Blog do Avallone

Palmeiras, situação cada vez mais crítica. E Corinthians, 102 anos: vamos escalar os melhores?

Fossem outras as circunstâncias, empatar com o Grêmio, mesmo jogando no Pacaembu, seria um resultado normal. Mas pela aflitiva situação em que se encontra e atuando com um jogador a mais- com a expulsão de Kleber-, desde os 16 minutos do primeiro tempo- esse 0 a 0 de noite de sábado teve sabor amargo para o Palmeiras, sugerindo que as forças para escapar do rebaixamento diminuem a cada rodada.

Desta vez, não faltou esforço e nem correria, pois o Palmeiras dominou o jogo inteiro, tendo enorme superioridade em posse de bola e tentativas de arremate. Mas faltou qualidade ofensiva, aliás, o que já lhe é comum, pois o time de Felipão tem o segundo pior ataque do Campeonato Brasileiro, apesar do ótimo Barcos: por onde andam as triangulações, as tabelinhas, as penetrações na área, coisas típicas de um time grande?

Apesar do domínio, foram poucas as intervenções delicadas do goleiro gremista, Marcelo Grohe; um chute de fora da área de Maikon Leite, um outro de Artur, além de ter batido no travessão um meio chute, meio cruzamento, sem ângulo de Barcos. Quer dizer: é muito pouco e, embora o Palmeiras estivesse no ataque o tempo inteiro, tudo esbarrava na retranca do Grêmio e a impressão que se tinha era de que mesmo com mais duas horas o gol não sairia.

Questão de qualidade. E de hábito: o Palmeiras, parece, não é programado para atacar como se deve.

Talvez a entrada de Obina, para jogar ao lado de Barcos, tivesse sido melhor do que a de Mazinho, já que o time pretendia jogar no “abafa”. Mas Obina ficou no banco de reservas.

Quanto ao estreante Tiago Real, até que mostrou empenho, dedicação e movimentação, embora ainda não tenha exibido o toque de classe para ser um armador do time. Prefiro esperar um pouco mais para ter opinião mais conclusiva sobre seu futebol.

O que não pode mais esperar é a reação palestrina. Sob pena de o time caminhar, resignado, para o destino que não desejava- o de sair da Divisão de elite do futebol brasileiro. Mesmo disputando a Libertadores.

O que é de doer a alma palestrina.

O  MELHOR  CORINTHIANS.

Nesta data de festa para o Corinthians, ao completar 102 anos de vida e de muitas glórias, que tal escalarmos o melhor time ao longo dos tempos? Ou melhor: dos tempos que vimos, pois não? Os amigos podem ter outras opções de jogadores- é uma questão de gosto- e o nome de muitos craques certamente vão me fugir da memória. Como mero exercício-feito homenagem- no entanto escalo aqui os que mais me impressionaram: Gilmar; Zé Maria, Olavo (não vi jogar Domingos da Guia), Gamarra e Vladimir; Dino Sani, Rivellino, Luizinho (o “Pequeno Polegar”) e Doutor Sócrates; Claudio Cristóvão Pinho (o maior artilheiro da história de Corinthians) e Ronaldo "Fenômeno”.

O seu time pode não ser este. Tudo bem. Mas é o meu e serve domo forma de dar parabéns ao Corinthians pelo seu aniversário.

Revelações de bastidores, goleada e guerra.

1- Conversei com um amigo corintiano, ligado à cúpula do clube, apaixonado por futebol e ele me contou o seguinte: “Nós já tentamos contratá-lo. Mas a resposta foi a de que, quando ele voltar para o Brasil, será para jogar no São Paulo”.

No caso, quem está sendo discutido é Kaká. Para o meu amigo, Kaká poderia ser a “a cereja do bolo” que, ele costuma repetir, ainda falta ao Corinthians. E apoiou revelada tentativa de contratar o meia que já foi eleito o melhor do mundo e que agora convive, segundo as informações da própria imprensa espanhola, com o desprezo do técnico do Real Madrid, José Mourinho.

Mourinho teria dito a Kaká que ele deveria jogar nos Estados Unidos ou no Brasil. Como o mais provável que ele volte para cá, tenho a quase convicção que, no próximo ano, Kaká vestirá outra vez a camisa tricolor.

2-  A guerra: enquanto isso, por aqui, mais do que uma novela, o caso Ganso está virando verdadeira guerra entre Santos e São Paulo, com ofertas de compra, recusas sucessivas, acusações de aliciamento e ameaças de denúncia junto à FIFA. Assim, torna-se imprevisível o desfecho, pois a torcida do Santos está insatisfeita com o meia que, nem faz tanto tempo, parecia formar com Neymar uma dupla intocável.

Analisando a questão, penso que só existirá duas saídas: ou Santos se acerta com Ganso quanto ao salário e o tal “projeto de carreira” ou terá de negociá-lo pela melhor oferta. E, pelo andar da carruagem, com o dinheiro da venda de Lucas, considero difícil que outro clube brasileiro possa vencer a concorrência com o São Paulo.

Não pense o amigo que estou torcendo por uma ou outra situação, apenas acompanho os capítulos da novela/guerra. E nem afasto a possibilidade de Ganso e Kaká estarem juntos no mesmo time em 2013.

3-  A goleada: voltando ao presente, ainda mais revigorado pela vitória de domingo passado diante do Corinthians, nesta noite de quinta-feira o São Paulo goleou o Botafogo por 4 a 0, em mais uma grande exibição de Luís Fabiano e Lucas. Luís Fabiano foi o autor do primeiro gol, “entortando” o zagueiro e driblando também o goleiro do Botafogo; Lucas, protagonista de belas jogadas, marcou o terceiro gol, cabendo a Osvaldo e Cícero a autoria dos outros.

Com essa vitória, o São Paulo está apenas a um ponto do Vasco, o quarto colocado, e pronto para disputar uma vaga pela Libertadores.

(No outro jogo da noite, o Flamengo não foi além de um empate, no Rio, diante do Sport: 1 a 1).

4- Clima quente no Palmeiras: conta-me um importante Cardeal do Palmeiras, preocupadíssimo- como tantos outros palmeirenses- com o fantasma do rebaixamento, que cresceu muito a insatisfação de muitos conselheiros do clube em relação aos resultados obtidos por Felipão. Mas não acredita que o presidente Arnaldo Tirone faça algo.

 E, sinceramente, eu também não.

O calvário do Palmeiras. E mais: o Corinthians, as surpresas da rodada...

Fossem outros os tempos e a goleada da Portuguesa sobre o Palmeiras (3 a 0), no Canindé, provocaria reação imediata dos cartolas palmeirenses: o técnico e seus auxiliares, vários jogadores e todos ligados à vexatória campanha no Campeonato Brasileiro- com a possibilidade cada vez mais assustadora de trágica queda para a Segundona- teriam de se explicar.

E muito.

Caso não conseguissem, providências radicais seriam tomadas. Como nos velhos tempos.

Que não se tirem os méritos da Portuguesa. Foi a melhor equipe em campo, muito bem dirigida pelo técnico Geninho e que teve no veloz Ananias- o melhor em campo- e no oportunista Bruno Mineiro (autor de dois gols de cabeça) as suas maiores expressões, em uma equipe que tem como única estrela, o ex- aposentado goleiro Dida. Que, aliás. Teve pouco trabalho.

O que espanta no Palmeiras, além da falta de um elenco mais qualificado, é sua falta de reação diante do perigo como também a inexistência de um padrão tático que lembre o de um time grande. O que não funciona em um Campeonato por pontos corridos, podendo obter algum êxito eventual, como na conquista da Copa do Brasil, onde a raça muitas vezes supera a técnica.

Ah, e ainda mais contando com a bola parada de Marcos Assunção. Creio que sem Assunção, recuperando-se agora de cirurgia no joelho direito, o Palmeiras não teria escapado do rebaixamento já no ano passado e nem teria conquistado o direito de disputar a Libertadores, após vencer a Copa do Brasil.

E pode um time com a tradição de um Palmeiras depender apenas de Marcos Assunção para não dar vexames seguidos? Afinal, se, por exemplo, a bola chegasse mais para Barcos...

Não, não pode. Mas como nestes novos tempos a percepção é outra, meu palpite é que tudo continuará como está, sem cobranças e nenhuma atitude mais firme, com o conformismo de seguir o calvário e, acompanhar, sem mais nem menos, o triste caminhar para o precipício. Ou, no popular, “a vaca ir para o brejo”.

Afinal, está tudo certo, pois não?

 CORINTHIANS  E  SURPRESAS

E quase que o Corinthians consegue vencer o Fluminense, no Rio. Saiu na frente com o gol de Émerson “Sheik”, armou forte poder de marcação e só permitiu o gol de empate, marcado pelo artilheiro Fred (Wellington Nem estava impedido no lance, Fred não), quase no fim da partida.

Considero bom o resultado para o Corinthians (que está pensando mais é no Mundial) e nem tanto para o Flu, que deixou escapar a chance de ultrapassar o Galo, pois o Atlético Mineiro foi surpreendido pela Ponte Preta ao empatar, em casa, por 2 a 2.

Nenhuma surpresa, no entanto, foi comparável à do Bahia que, de virada, venceu o Santos de Neymar, na Vila Belmiro, por 3 a 1, afastando-se ainda mais da zona de rebaixamento, mostrando que foi saudável a troca de técnicos (Caio Júnior por Jorginho), em medida que pareceu mexer com o ânimo dos jogadores.

Normais foram as vitórias do Coritiba, 1 a 0 sobre o Inter, e do sólido Grêmio diante do Vasco (2 a 0), merecendo destaque tanto o triunfo do Cruzeiro frente ao Atlético Goianinense (2 a 0) como a virada do Náutico em cima do Figueirense, vencendo por 3 a 2 depois de ter levado dois gols.

E assim caminha o Campeonato.

Personagens do futebol

1- Por mera coincidência, foi só lembrar  do nome do goleiro Júlio César que ele deixou de ser “encostado” na Inter de Milão e foi negociado com o Queens Park Rangers, da Inglaterra. Tenho a impressão de que os nossos clubes- e são vários- necessitados de goleiros ou com sérias dúvidas sobre os que têm, deixaram passar a chance de contratarem um belo reforço.

2-  Através de uma pesquisa, Rogério Ceni foi eleito o jogador mais importante da História da Libertadores da América. Com todo o respeito a Ceni, mítico goleiro do São Paulo, os eleitores devem ter sido bem jovens, capazes de o colocarem à frente, isso só para ficar por aqui, de Monstros Sagrados como Pelé e Zico. Se pudesse votar, escolheria Pelé- o maior de todos- pelo bicampeonato obtido pelo Santos- em 1962 e 63- diante de adversários como Boca Juniors e Peñarol, respectivamente.

3-  Por  uma questão de tempo- ou de adaptação- ainda não se viu no Corinthians o “Burrito” Martinez que encantava no argentino Velez. Embora já tenha feito um belo gol contra o Santos, há dez dias, Martinez está jogando muito pelo meio quando, habitualmente na Argentina, fazia seu jogo pelas pontas, especialmente pela esquerda, infernizando a defesa inimiga.

É só uma dica para Tite.

4- Fico pensando o que seria Fred, artilheiro do Fluminense, se não tivesse tantas e tantas lesões. Seria um goleador incomum, de respeitável habilidade com a bola nos pés e dono de um raro poder de cabeceio. Acho até que ele tem razão ao reclamar de não ser convocado para a Seleção Brasileira.

Caso parecido com o de Luís Fabiano, do São Paulo.

5- Tiago Real atraiu a atenção de muitos palmeirenses que, pela tevê, acompanharam o seu desempenho nesta terça-feira, em sua despedida do Joinville contra o Atlético Paranaense. Ele terminou o jogo (1 a 1) jogando como lateral-direito, em virtude da expulsão de um seu companheiro aos 30 minutos do primeiro tempo, saindo de campo aos 15 minutos do segundo, sem brilhar e ainda a arrastar o pé direito ao ser substituído.

Não acho justo avaliar esse jogador por uma única partida, disputada fora de casa e em situação atípica. Nem ouso dizer, aqui, se foi um bom ou mau reforço para o Palmeiras- isso fica para o tempo.

Mas confio mais em jogador que atue em uma posição- no máximo duas- definida, no caso mais a meia para a qual foi contratado. A tal versatilidade, jogar um pouco aqui e outro tanto ali, pode até ser chamada de moderna. Só que raramente funciona.

No Mercado da Bola, que tal Kaká, Júlio César e outras doces loucuras? E as boas negativas.

1-  Não sei, não, mas pelo andar da carruagem já que estamos em  época  pré- Copa do Mundo, nenhum clube brasileiro está tentado a pelo menos a arriscar ir atrás de Kaká? Confesso que fiquei chocado ao ler matéria da imprensa espanhola- mais precisamente do “El Pais”-, segundo a qual, Kaká estaria sendo desprezado e até maltratado pelo técnico José Mourinho. Mourinho não o quer mais.

Se estiver fisicamente bem- e eu o considero suficientemente sincero para expor suas condições-, além de aceitar salário compatível com o nosso futebol, Kaká seria “a cereja do bolo” para qualquer de nossas equipes, por sua técnica refinada e pela garra incomum.

Será que para o Brasil, o Real Madrid não seria mais acessível em cedê-lo por empréstimo? Kaká seria muito mais valorizado atuando, com até alguma chance de Seleção Brasileira, do que ficar “mofando” na reserva (e nos últimos dias, nem isso) do clube madrilenho.

Outro que está “mofando”, nem na reserva, a Inter de Milão, é o goleiro Júlio César, que era considerado um dos melhores do mundo até a Copa do Mundo de 2010. Se também estiver fisicamente inteiro, seria a solução para muitos de nossos clubes- e talvez até para a Seleção- pois vivemos uma entressafra dos que vivem de defender as bolas.

Não valeria uma tentativazinha por Júlio Cesar? Se não der, não deu.

2-  Barcos, Leandro Damião e outras resistências: ao final da noite desta segunda-feira, o gerente de futebol do Palmeiras, César Sampaio, declarou que o goleador Hernán Barcos não aceitou ir jogar no futebol do Qatar, onde por ele esperava um salário milionário. Preferiu ficar.

E a torcida do Palmeiras agradece. Espera, inclusive, que o clube saiba até como, futuramente, reajustar o salário de Barcos, aumentando a multa rescisória, até para inibir futuros assédios.

(Uma notícia que acalmou os nervos palestrinos, já agitados com a situação no Campeonato. E houve também a contratação de Tiago Real, destaque do Joinville, uma promessa para compor o grupo.).

A mesma resistência palestrina teve o Inter de Porto Alegre ao recusar negociar seu artilheiro, Leandro Damião, para o futebol inglês. E considero sábia a decisão, pois Damião é da Seleção Brasileira e pode muito bem, além de visitar as redes por aqui durante mais algum tempo, valer muito mais daqui uma ou duas temporadas.

É, os tempos mudaram. Já não levam mais nossos jogadores como costumavam fazer com um simples aceno de mão e um punhado de dólares.

Luís Fabiano, o nome da espetacular virada do São Paulo. Ronaldinho Gaúcho genial e o Grêmio sobe.

                                                                         Foto: Jose Patricio/AE

Foi uma virada em todos os sentidos: no placar, pois depois de sofrer o gol corintiano (marcado por Émerson “Sheik”), o São Paulo virou para 2 a 1, com os dois gols feitos pelo artilheiro Luís Fabiano, sendo que o segundo foi muito bonito, com direito a um drible de “meia-lua” do centroavante sobre o goleiro Cássio; e, além do placar, a virada no jogo em si, pois depois de amplamente dominado nos primeiros 15 minutos, quando o Corinthians aplicou verdadeira “blitz”, marcando por pressão no campo adversário e desperdiçando várias chances, o tricolor equilibrou as ações e tornou o clássico empolgante.

Com a vitória, o São Paulo dá fim ao tabu de 7 anos, pois desde 2005 não vencia o Corinthians no Pacaembu.

Pacaembu que, por sinal, ficou mais uma vez lotado pelos corintianos que, mesmo já sem chances no Campeonato, não abandonam jamais a equipe. Coisa típica da Fiel Torcida.

E dentro do espetáculo, desse bom clássico, não há como deixar de se destacar a figura de Luís Fabiano. Artilheiro controvertido, vítima de seguidas lesões e que até há pouco tempo foi xingado por parte de uma torcida uniformizada tricolor e quase negociado com o futebol árabe, neste domingo foi o herói da partida, exibindo seu eterno faro de goleador e decidiu o clássico.

Um artilheiro como Luís Fabiano não se descarta jamais.

E o São Paulo segue em busca do G-4, posição que, creio, logo alcançará, com a decadência do Vasco- que negociou jogadores importantes-, tendo já superado o poderoso Inter de Porto Alegre (que, apesar das contratações milionárias, não rende o que se espera e foi derrotado pelo Grêmio, no Beira- Rio, por 1 a 0, gol de Elano), aproximando-se do sonho de, pelo menos, disputar a Libertadores da América.

 RONALDINHO GAÚCHO: GENIAL!

VIPCOMM

Jogo duro, confuso, truncado e clássico empatado em 1 a 1, com  o estádio tomado só por torcedores do Cruzeiro. E de repente, aos 46 minutos do segundo tempo, Ronaldinho Gaúcho pega a bola quase no meio de campo e, como se fosse aquele craque do Barcelona, dribla um, dribla dois, dá um corte seco no último zagueiro e chuta no canto esquerdo do goleiro. Gol!

Mais do que um gol, uma obra de arte de Ronaldinho Gaúcho.

Quanto ao jogo em si, que terminou empatado em 2 a 2, o resultado até que foi bom para o Atlético Mineiro, que segue liderando o Campeonato Brasileiro. Mas foi um clássico com muitos transtornos, que ficou paralisado por sete minutos, pois a torcida do Cruzeiro arremessou relógios, celulares, garrafinhas de água e outros objetos para o campo. Antes, tinham acontecido três expulsões- Bernard e Pierre, do Atlético; Leandro Guerreiro, do Cruzeiro.

Chega?

Até um certo ponto. Tanto que o gol de empate do Cruzeiro surgiu aos 56 (!) minutos do segundo tempo, tão grandes as confusões e os acréscimos, marcado por Mateus. No primeiro tempo, Wallyson marcara pelo Cruzeiro, Leonardo Silva empatara para o Atlético.

Enfim, um jogo com ingredientes para não ser esquecido tão cedo.

E  O   GRÊMIO  SOBE...

Lucas Uebel/Divulgação Grêmio

                                               Foto: Lucas Uebel/divulgação Grêmio

Ao vencer o arquirrival Inter, no campo do inimigo- o Beira- Rio-, o Grêmio já é o terceiro colocado do Campeonato Brasileiro, superando o Vasco. É verdade que ambos, Inter e Grêmio, fizeram investimentos milionários, mas enquanto o Inter não se acerta- e sua grande estrela, Forlán, ainda não balançou as redes, o Grêmio de Luxemburgo melhora a cada jogo, com vitórias importantíssimas.

Neste domingo, até que o Grêmio nem teve tantas chances. Mas Elano aproveitou rebatida de Juán e indecisão do goleiro Muriel para chutar e estabelecer o 1 A 0 final.

Mais do que suficiente.